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Especialistas tiram dúvidas sobre suspensão dos concursos em 2016

Desde quando foi anunciada, em setembro, a suspensão dos concursos públicos federais em 2016, pelos ministros do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa, e da Fazenda, Joaquim Levy, como forma de reduzir os gastos do governo, muito se especula sobre quais concursos serão prejudicados com a decisão. O cenário é uma repetição de anos anteriores, uma vez que o corte nos concursos foi, no passado, por diversas vezes, anunciado como uma das alternativas para estabilização da economia.

Concurseiros de todo o Brasil, apesar de saberem que os certames já autorizados em 2015 não serão impactados, ainda sentem insegurança em dar sequência à preparação para seleções como a da Receita Federal, do Ministério da Fazenda, do Ibama, da Polícia Rodoviária Federal e da Anvisa, cujas autorizações eram esperadas apenas para o próximo ano.

Com tantas dúvidas e incertezas em torno do assunto, e no intuito de mostrar o lado positivo desta suposta crise nos concursos públicos, os professores e especialistas William Douglas, Renato Saraiva, Rogério Sanches e Rodrigo Bezerra se reúnem na próxima segunda-feira (9/11) em uma transmissão online e ao vivo para um tira-dúvidas definitivo sobre o corte no orçamento para 2016. No vídeo, eles esclarecerão quantas vagas serão atingidas e em quais concursos, como as nomeações serão afetadas, quais as oportunidades trazidas junto a este cenário e como os estudantes podem surfar na onda da crise para ter sucesso em seus objetivos.

O encontro acontece das 19h às 20h30 (horário de Brasília). Para assistir à transmissão ao vivo gratuitamente, os interessados devem acessar o site http://desafios2016.cers.com.br/desafio/ e fazer a inscrição, deixando uma pergunta prévia para os especialistas. Os questionamentos ajudarão a direcionar o conteúdo das discussões. Além disso, é possível interagir ao vivo enviando mensagens pelo chat do aplicativo CERS no Bolso (disponível para iOS e Android).

Sobre os especialistas
William Douglas é juiz federal, professor, palestrante e autor de diversas obras sobre concursos públicos, 1º lugar na lista de livros mais vendidos da revista Veja; Folha de S.Paulo; Valor Econômico; Você S/A; e Publishnews.

Renato Saraiva é procurador do Trabalho, sócio-fundador do CERS Cursos Online, escritor, palestrante, conferencista e autor de diversas obras e artigos científicos referentes ao Direito do Trabalho.

Rogério Sanches é promotor de Justiça no Ministério Público de São Paulo, professor da Escola Superior do Ministério Público (SP, MT e SC) e do CERS Cursos Online. É autor de vários livros, editados pela RT, JusPodivm e Saraiva.

Rodrigo Bezerra é professor de Língua Portuguesa, experiente mestre em concursos públicos e autor da Nova Gramática da Língua Portuguesa para Concursos, da Editora Método.

Serviço:
Desafios e Oportunidades para 2016 — Aprenda a surfar na onda da crise
Data:
9 de novembro de 2015
Hora: 19h às 20h30
Local: online
Inscrições: http://desafios2016.cers.com.br/desafio/ 

Revista Consultor Jurídico, 5 de novembro de 2015, 20h20

Comentários de leitores

1 comentário

Faltou ouvir a palavra do maior especialista

CHORA NENÊ (Serventuário)

Muito interessante a iniciativa.

Entretanto acredito que seria fundamental ouvir a opinião do maior especialista em concursos públicos (e cargos em comissão) do Brasil - o grande MAP.

Sua sempre ponderada opinião certamente dará o contraponto necessário ao debate.

Se convidado, o mestre poderá discorrer sobre diversos assuntos, tais como: (i) criação de teto salarial de R$5.000,00 para membros do Poder Judiciário e do Ministério Público, bem como para os advogados públicos; (ii) criação de teto salarial de R$2.000,00 para os demais servidores públicos; (iii) não recepção da Defensoria Pública pela CRFB; (iv) fim da indicação - por advogados interessados - de assessores ad hoc para cada processo; (v) eleições diretas para membros do Poder Judiciário; e (vi) fim da exploração do homem pelo homem, com o remanescimento apenas da exploração do homem pelo advogado.

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