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Silverado segue empenhada no melhor desfecho do processo de liquidação

A Silverado Gestão e Investimentos Ltda., em razão de inverdades publicadas pela imprensa nas últimas semanas e em respeito aos investidores e cotistas do Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Multisetorial Silverado Maximum, esclarece:

É de conhecimento do mercado que um questionável rebaixamento do rating do FIDC pela agência Standard & Poor's em janeiro provocou uma reação em cadeia que comprometeu sua recuperação.

Desde então, a Silverado, antiga gestora, representada por seu sócio Manoel Teixeira de Carvalho Neto, esteve presente em duas assembleias gerais de cotistas, nos dias 18 e 25 de fevereiro deste ano, respondendo a dúvidas de todos os presentes, como registrado em ata.

Portanto, são incorretas as afirmações de que o sócio não compareceu a assembleias para dar explicações. Tendo em vista que todos os detalhes foram esclarecidos em pelo menos duas oportunidades, não havia necessidade de comparecimentos posteriores, como informado aos cotistas e à atual gestora.

Também é fantasiosa a versão de que o sócio Manoel Teixeira de Carvalho Neto estivesse na Suíça em janeiro. É de conhecimento geral que, desde o ano passado, ele tem permanecido na sede da empresa, em São Paulo, empenhado em reduzir os prejuízos dos fundos e dar informações aos investidores. 

Igualmente fictícias são as insinuações de que os fundos sob administração da Silverado teriam ligações com empresas vinculadas a seus sócios ou funcionários. Não há participação da Silverado ou de qualquer de seus colaboradores nas sociedades relacionadas à carteira de créditos do fundo, tendo sido sempre observadas e respeitadas as normas da CVM, a autorregulação da Anbima e o regulamento do fundo.

São também questionáveis os critérios adotados pela atual gestora para o provisionamento de perdas com devedores duvidosos. De acordo com os artigos 1º, inciso IV, e 4º, inciso I, alínea “b”, da Resolução 2.682 do Banco Central, de 1999, dívidas em atraso de até 60 dias devem ser provisionadas em 3% do seu valor — e não em 100%, como optou, sem explicações, a gestora responsável.

A Silverado continua empenhada no melhor desfecho do processo de liquidação e permanece à disposição dos investidores para esclarecimentos, como já comunicado aos cotistas.

Silverado Gestão e Investimentos Ltda.

Revista Consultor Jurídico, 28 de junho de 2016, 10h30

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