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Solução para armazenamento

Justiça Eleitoral inicia compartilhamento do PJe em sistema de nuvem

O Processo Judicial Eletrônico passará a ser compartilhado pelo Tribunal Superior Eleitoral e pelos tribunais regionais eleitorais num sistema de nuvem, que garante economia de tempo e de dinheiro. O primeiro a utilizar o compartilhamento será o TRE do Distrito Federal, que fez, nesta quarta-feira (5/4), o lançamento do formato.

Com o sistema de nuvem, a Justiça Eleitoral estará interligada, e um processo que tramita em determinado tribunal poderá ser visualizado por todos os demais. De acordo com o TSE, o compartilhamento por meio da nuvem surgiu de uma dificuldade de armazenamento dos documentos de cada processo e da necessidade de ser um sistema que nunca sai do ar.

No TSE, há técnicos trabalhando 24 horas por dia no monitoramento do PJe. Para dar conta do sistema, os TREs precisariam montar estruturas de data centers mais complexas. Sendo assim, o TSE decidiu patrocinar a implantação do sistema em nuvem para garantir essa infraestrutura e o bom funcionamento constante do PJe.

Segundo a corte superior, o sistema de nuvem é seguro porque é desenvolvido pelo próprio TSE, sem interferência de qualquer data center estrangeiro, como ocorre em outros setores ou empresas.

Representando o TSE na cerimônia, o ministro Henrique Neves ressaltou a grande economia gerada pelo sistema: “Temos economia de pessoal, papel, energia, material, treinamento. Além de beneficiarmos o meio ambiente, o banco de dados será consolidado no TSE diminuindo os custos em 50% e isentando os regionais de qualquer investimento”.

O presidente do TRE-DF, desembargador Gonzaga Neiva, elogiou a iniciativa e afirmou que a Justiça Eleitoral está vivendo momentos altamente positivos. “As últimas décadas têm mostrado que a sociedade reclama, cada vez mais, uma atuação do Poder Judiciário e a experiência aponta para a necessidade de uma resposta à altura. Para tanto, é necessário o desenvolvimento e aperfeiçoamento de novas tecnologias que se tornem verdadeiros instrumentos a serviço da realização da justiça”, disse ele ao destacar o papel do PJe nesse sentido. Com informações das Assessorias de Imprensa do TSE e do TRE-DF.

Revista Consultor Jurídico, 6 de abril de 2017, 13h28

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