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Roberto Kant de Lima

Defensoria do Rio promove aula aberta sobre segurança pública nesta sexta-feira

A Defensoria Pública do Rio de Janeiro promove, nesta sexta-feita (28/7), uma aula aberta com Roberto Kant de Lima, doutor em Antropologia por Harvard e criador da primeira graduação em Segurança Pública do Brasil, na Universidade Federal Fluminense (UFF).

A ideia é promover uma discussão de alto nível sobre "Justiça Criminal e Segurança Pública: elementos e consequências dessa ruptura no Brasil". O professor tem larga experiência em administração de conflitos e participou da formação de centenas de profissionais em mais de 40 anos de atuação na área, 30 deles dedicados à pesquisa das instituições policiais e judiciárias do Brasil e EUA.

O evento acontecerá das 9h30 às 12h30, na Fundação Escola Superior da Defensoria Pública do Rio, que fica na avenida Marechal Câmara, 314, 4º andar, no centro da capital fluminense. Para se inscrever, é preciso mandar um e-mail para pec.defensoria@gmail.com.

Evento polêmico
Por sua vez, o Ministério Público do Rio discutirá segurança pública, em evento do dia 15 de setembro, a partir de conceitos como “desencarceramento mata” e “bandidolatria”.

A programação do evento ainda prevê um debate com a visão da sociedade sobre "Segurança Pública e Justiça". Para representar a população, o MP-RJ escalou o blogueiro Alexandre Borges, diretor do Instituto Liberal e colunista do site Reaçonaria; o engenheiro e ativista Roberto Motta; e o aluno de Direito Kim Kataguiri, coordenador do Movimento Brasil Livre e defensor do fim do regime semiaberto. Com informações da Assessoria de Imprensa da Defensoria Pública do Rio de Janeiro.

Revista Consultor Jurídico, 27 de julho de 2017, 19h12

Comentários de leitores

2 comentários

Defensoria, Rio de Janeiro e Segurança Pública

Drake (Advogado Assalariado - Eleitoral)

Defensoria Pública do Rio de Janeiro — lugar onde nem as forças armadas dão conta — debatendo segurança pública. Verdadeira piada mesmo.

População Carcerária..

henrique nogueira (Estudante de Direito - Civil)

Lamentavelmente o RJ foi vítima de uma decisão desacertada entre Sérgio Cabral e Eike Batista, que incentivaram a criação das UPPs para servir aos grandes eventos que foram realizados na cidade, onde infelizmente PMs saíram do Curso de Formação de Soldados com a ideologia de quem vive em comunidade é bandido. Não saíram com o espírito de pacificação, de amor e respeito ao próximo. Pior: A gratificação do Regime Adicional de Serviço-RAS, benefício que os policiais recebem por cada prisão/apreensão, apenas colaborou na prisão de inocentes, na condução de usuários de drogas em Delegacia, criando descontentamento no seio das comunidades, um benefício que foi um tiro no pé, pois perdeu o verdadeiro objetivo, gerando a prisão de inocentes e usuários, elevando o valor da remuneração do policial que perdeu totalmente o foco de sua missão: o de proteger a sociedade. Atualmente a sociedade está pagando pela ingerência e pela falta de planejamento da Administração Pública, que perdeu o controle sobre o exército de mercenários que esperavam um dinheiro fácil com a prisão de trabalhadores, estudantes, negros, que não ofereciam risco algum para sociedade. Promoveu-se o fortalecimento dos verdadeiros bandidos, dos grandes chefes do tráfico que tiveram a proteção dos policiais desonestos. O Estado não entrou na comunidade levando Escolas, creches, Saúde, estrutura e saneamento básico. Tratou as comunidades como o lugar onde seus moradores tinham que ser tratados como lixo, usando a polícia como verdadeiros Capitães do Mato, tratando os adolescentes das comunidades como inimigos, gerando o ódio em todos. Não houve projetos benéficos da PM dentro das comunidades. Fecharam os olhos para a covardia dentro das favelas. A Guerra às drogas precisa ser revista no STF.

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