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Por Sérgio Rodas

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Consulado-Geral dos EUA em SP busca advogado; salário é de R$ 8,6 mil

O Consulado-Geral dos EUA em São Paulo está procurando um consultor jurídico. Brasileiros e estrangeiros podem se candidatar ao cargo. Se o escolhido for do Brasil, irá receber um salário de R$ 103,4 mil por ano (R$ 8,58 mil mensais).

Já se for de outro país, tiver número de seguridade social nos EUA e imunidades diplomáticas, ganhará US$ 52,8 mil anuais (US$ 4,4 mil mensais), o equivalente a R$ 168,2 mil (R$ 14 mil por mês).

Quem ocupar a vaga irá coordenar o programa regional de proteção à propriedade intelectual. Ele deverá auxiliar e treinar policiais, integrantes do Ministério Público e magistrados em processos contra pirataria.

Para se candidatar, é preciso ser fluente em inglês e português, possuir carteira da Ordem dos Advogados do Brasil e ter experiência com Direito Penal e Direito Processual Penal, especialmente com relação a crimes contra a propriedade intelectual e crimes cibernéticos.

Interessados devem preencher a Universal Application for Employment (disponível aqui) e entrar em contato com Eliana Branco, do setor de Recursos Humanos, pelo e-mail recrutamentosaopaulo@state.gov ou pelo telefone (11) 3250-5116.

Novos rumos

Mário Esequiel abre consultoria especializada em gestão de bancas

Após 15 anos administrando o Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados, o colunista da ConJur Mário Esequiel abriu a Bórea, uma consultoria especializada em gestão de escritórios de advocacia.

Mário Esequiel também é palestrante e professor de administração de empresas

A firma ajuda as bancas em diversas áreas, como financeira, marketing, infraestrutura, governança, recursos humanos e gestão do conhecimento.

Além do Mattos Filho, a Bórea já tem como clientes os escritórios Andrade GC Advogados, Porto Lauand Advogados, Velloza & Girotto Advogados Associados, Fachin Advogados Associados e Queiroz Cavalcanti Advocacia.

Nova temporada
Além disso, Mário Esequiel dá início, nesta terça-feira (25/4), à terceira temporada de sua videocoluna na ConJur, chamada Minuto da Gestão.

No primeiro vídeo da série, o especialista em gestão fala sobre a importância da modernização dos escritórios de advocacia. Segundo ele, o cenário atual, com constantes mudanças nas relações pessoais e contratuais, obriga os escritórios a não ficarem parados.

Confiança na retomada

Consultoria Robert Walters anuncia divisão de recrutamento na área jurídica

A empresa global de recrutamento Robert Walters anuncia o lançamento da divisão da área jurídica (Legal & Compliance) no escritório do Brasil, em São Paulo. O setor será liderado pelo advogado Guilherme Nicolau.

O investimento neste aumento de capacidade traduz a expectativa da Robert Walters na rápida aceleração da economia brasileira e a preocupação em suprir as demandas dos clientes da organização.

O setor de recrutamento jurídico apresenta algumas características específicas, fazendo com que os headhunters da área sejam predominantemente advogados, devido à natureza complexa de suas atribuições.

Nicolau formou-se em Direito pela Universidade de São Paulo e atuou como advogado de fusões e aquisições e mercado de capitais nos escritórios Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados e Pinheiro Guimarães Advogados. Antes de ingressar na Robert Walters, atuou como diretor para a América Latina da Laurence Simons, consultoria focada no recrutamento de advogados.

Delações da Odebrecht

Leonardo Pantaleão assume defesa de executivo do Metrô acusado de suborno

O criminalista Leonardo Pantaleão acaba de assumir a defesa de Décio Tambelli, funcionário do Metrô de São Paulo. Tambelli foi acusado pelo superintendente de infraestrutura da Odebrecht, Fabio Gandolfo, de receber propina para superfaturar contratos da obra da Linha 2 – Verde do metrô.

Gandolfo é um dos executivos da construtora que assinou acordo de delação premiada com os investigadores da operação “lava jato”. Segundo ele, Tambelli recebeu R$ 1,5 milhão para manter o esquema de superfaturamento funcionando.

A investigação também implica o senador José Serra (PSDB-SP) e suas campanhas para o governo paulista, para a prefeitura de São Paulo e para presidente da República em 2010, 2012 e 2014, respectivamente. A Procuradoria-Geral da República, no entanto, preferiu separar a parte que o menciona num inquérito independente que investigará se o excedente desses contratos superfaturados foi usado para abastecer as campanhas de Serra ou o caixa do PSDB.

As menções a Tambelli, feitas junto a membros do Tribunal de Contas de São Paulo e outros funcionários do Metrô, foram encaminhadas pelo ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, à Justiça Federal de São Paulo.

Clique aqui para ver o pedido da PGR e a decisão do ministro Fachin.
PET 6.637

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